Especialistas nas seguintes áreas:

Tratamento da dor
A medicina Integrativa, aborda a dor como um fenómeno multidimensional: físico, emocional e psicológico. Em vez de suprimir o sintoma com anti-inflamatórios, investigamos as raízes da disfunção: desequilíbrios musculoesqueléticos, inflamação sistémica, padrões posturais e regulação do sistema nervoso. A acupuntura estimula a libertação de endorfinas e regula os circuitos de dor central; a fitoterapia anti-inflamatória complementa sem os efeitos adversos dos AINEs; técnicas mente-corpo reduzem a sensibilização do sistema nervoso central. O resultado final é um alívio sustentado, não apenas temporário.

Doenças ginecológicas
Endometriose, SOP, miomas, dismenorreia e ciclos irregulares refletem frequentemente desequilíbrios hormonais, inflamação crónica e disrupção do eixo hipotálamo-hipófise-ovário. A mtc integrativa, regula o eixo hormonal através da acupuntura, modulação da microbiota intestinal (fortemente ligado ao metabolismo do estrogénio), fitoterapia hormono-moduladora e intervenções no estilo de vida e alimentação. A abordagem respeita a fisiologia feminina em vez de a suprimir apenas com pilulas, promovendo ciclos saudáveis e qualidade de vida.

Saúde Mental e vícios
Ansiedade, depressão, burnout e dependências têm um substrato neurobiológico, mas também raízes em padrões relacionais, traumas e desequilíbrios metabólicos. A Medicina Integrativa atua no eixo intestino-cérebro, na regulação do cortisol, nos neurotransmissores e na neuroplasticidade. Acupuntura, adaptógenos, suplementação dirigida e técnicas de regulação do sistema nervoso autónomo complementam o acompanhamento psicológico. Nos vícios, o foco está na redução de desejo e na reconstrução da homeostasia dopaminérgica, bem como nos fatores supracitados.

Doenças crónicas e autoimunes
Doenças como Fibromialgia, Artrite Reumatóide, Tiroidite de Hashimoto, Lúpus ou Esclerose múltipla envolvem uma desregulação imunitária, permeabilidade intestinal aumentada (leaky gut) e carga inflamatória sistémica. A medicina integrativa investiga os gatilhos: toxinas ambientais, disbiose, stress crónico, carências nutricionais , atuando no montante do processo. A modulação imunitária via acupuntura, dietas de eliminação, suplementação e redução de carga alostática pode reduzir significativamente a atividade da doença e a dependência farmacológica.

Sistema digestivo e intestinal (SIBO, SII)
O intestino é o segundo cérebro, um dos órgãos mais negligenciados pela medicina convencional. SIBO, síndrome do intestino irritável, obstipação crónica e disbiose têm tratamentos integrativos eficazes: erradicação bacteriana com antimicrobianos naturais, reparação da mucosa intestinal, modulação do microbioma e reequilíbrio da motilidade via acupuntura. A abordagem alimentícia é individualizada e faseada, garantindo melhoras graduais e efetivas.

Asma e alergias
A hiper-reatividade brônquica e as respostas alérgicas excessivas refletem frequentemente um eixo intestino-pulmão disfuncional e uma resposta imunitária Th2 dominante. A medicina integrativa trabalha na modulação imunitária, na redução da carga alergénica total e na melhoria da função mucociliar. A acupuntura reduz a inflamação das vias aéreas e melhora a variabilidade da frequência cardíaca; a fitoterapia pulmonar tem evidência crescente. O objetivo é reduzir a frequência das crises e, progressivamente, a necessidade de broncodilatadores.

Emagrecimento
O excesso de peso não é uma questão de calorias. Resistência à insulina, desregulação da leptina e grelina (hormonas da saciedade), inflamação crónica, stress, cortisol e disbiose intestinal são obstáculos metabólicos frequentes. A medicina integrativa investiga estes mecanismos antes de propor qualquer intervenção. A acupuntura regula o apetite e o metabolismo energético; a nutrição funcional é personalizada ao perfil metabólico; a gestão do stress e do sono são pilares não negociáveis. O resultado é uma perda de peso sustentável, sem uma dieta difícil de sustentar.

Acupuntura Estética Facial
A acupuntura estética, trabalha de fora para dentro e de dentro para fora. A nível facial, estimula a produção de colagénio, melhora a microcirculação e atenua linhas de expressão de forma natural, sem toxinas nem procedimentos invasivos. A nível corporal, atua na regulação de todos os sistemas do corpo, que podem estar a causar desiquilíbrios, que se manifestam nas linhas de expressão e falta de tonicidade facial. O diferencial integrativo está aí mesmo, tratar o substrato interno: o estado nutricional, o equilíbrio hormonal e a vitalidade orgânica refletem-se sempre na pele. A beleza torna-se expressão de saúde, não apenas de aparência.

Fertilidade do casal
A infertilidade afeta um em cada seis casais e, na maioria dos casos, tem causas tratáveis. A medicina integrativa avalia ambos os parceiros: qualidade espermática, função ovárica, reserva folicular, equilíbrio hormonal, saúde uterina e fatores sistémicos como a tiróide, e não só. A acupuntura melhora o fluxo sanguíneo para o utero e ovários, regula o eixo hormonal e reduz o stress (fator comprovadamente inibitório da fertilidade). Em ciclos de reprodução medicamente assistida, a integração com acupuntura aumenta as taxas de implantação. Para além da acupuntura, são utilizadas outras técnicas em conjunto.

Obstetrícia e pós-parto
A gravidez é um estado fisiológico que merece suporte, não apenas vigilância. A acupuntura é segura e eficaz na gestão de náuseas, lombalgias, ansiedade pré-natal, versão de apresentação pélvica do bebé e preparação para o parto, e não só. No pós-parto, apoia a recuperação física (cicatrização, diastase, incontinência), o equilíbrio hormonal, a lactação e a saúde mental perinatal. A medicina integrativa acompanha a mulher em toda a transição da pré-concepção ao nascimento, e ao regresso a si mesma.

Dermatologia
A pele é um espelho do estado interno, intestino, fígado, sistema imunitário e equilíbrio hormonal, todos eles, acabam por se expressar na superfície. Eczema, psoríase, acne, rosácea e envelhecimento precoce raramente têm causa exclusivamente tópica. A medicina integrativa trata a raiz: desbiose intestinal, sobrecarga hepática, sensibilidades alimentares e inflamação sistémica. A acupuntura, a alimentação, a fitoterapia e o estilo de vida, proporcionam resultados duradouros que os tratamentos convencionais isolados não conseguem.

Menopausa
A menopausa não é uma doença, é uma transição hormonal que pode ser vivida com qualidade e vitalidade. A medicina Integrativa oferece uma alternativa real à terapia hormonal de substituição, ou quando esta é usada, potencia os seus resultados. A acupuntura é eficaz na redução de afrontamentos, perturbações do sono e transtornos emocionais, entre outros sintomas. Fitoterapia, nutrição própria e adequada, e um estilo de vida certo, vão suportar a saúde óssea, e todos os sintomas acima referidos. Uma abordagem que respeita a transição sem a suprimir.

Condições Neurológicas
As condições neurológicas partilham mecanismos subjacentes comuns: neuroinflamação, disfunção mitocondrial, disbiose do eixo intestino-cérebro, desregulação do sistema nervoso autónomo e défices nutricionais específicos. Que a abordagem integrativa identifica e corrige. A acupuntura, com mais de dois mil anos de aplicação clínica e evidência científica crescente, atua diretamente sobre o sistema nervoso. O objetivo não é substituir a neurologia convencional, mas ampliar o que ela sozinha não consegue: travar a progressão, reduzir a carga sintomática, melhorar a qualidade de vida. Isto em paciente com insónias crónicas e distúrbios do sono, sequelas de AVC, paralisia facial, neuropatia, enxaquecas crónicas, Alzheimer e demência, Parkinson, e Esclerose múltipla.
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